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domingo, outubro 26, 2014

Au revoir


Hoje era pra ser o nosso reencontro. Mas em segundos você sabe que o olá veio com cara de adeus. Percebe-se que o Ninhada, desde o início do ano, não é mais o mesmo, assim como quem vos escreve. Dois mil e quatorze é, definitivamente, um ano de mudanças - e o fato de eu não querer compartilhá-las aqui é uma delas. O que quero, e sinto que preciso, compartilhar, é que não mais tenho vontade de escrever por aqui. Meu ritmo de leitura mudou drasticamente, minhas preferências também, é outro momento. Um momento do qual o blog não faz parte. Eu demorei um bocado para aceitar isso (e outras tantas coisas, as quais ainda estou aceitando, aliás), mas cheguei num ponto em que praticar o desapego está me fazendo bem. De certa forma já fiz isso com o Ninhada, não de modo oficial. Aqui estou, portanto! É um adeus oficial aos compromissos neste âmbito. Caso eu sinta vontade de voltar, aqui estarei. Duvido, mas quem sabe?

O mais importante dessa experiência que durou 4 anos eu já levei comigo, tenho certeza.

Quem quiser manter contato, respondo E-mails com o maior prazer do mundo (amo E-mail!)

Instagram: http://www.instagram.com/ninhadalit
E-mail: monique@ninhadaliteraria.com

Boa noite <3


sexta-feira, agosto 29, 2014

Resenha "Meus Desacontecimentos" de Eliane Brum


Meus Desacontecimentos é um livro sobre morte e palavra, antônimos na vida da jornalista mais premiada do país, Eliane Brum. Em 144 páginas, a autora reúne breves episódios da sua infância e adolescência, episódios muitas vezes motivados por fatos simples (tais como a morte de uma barata, uma novela de rádio), mas que, no imaginário da autora, tomaram proporções enormes. É um livro de memórias, narrado de uma forma que é ao mesmo tempo objetiva e poética, carregado de emoção e uma aura fantástica, de quem encontrou na infância os exatos momentos em que construiu certos aspectos de si mesma.

Apesar de já ter lido vários textos seus na internet, a experiência de ler algo de cunho literário (e tão íntimo) foi completamente diferente - mais do que um livro, tive a sensação de estar lendo uma pessoa. Senti um estranhamento inicial, o qual remete a sensação que temos ao conhecer alguém pela primeira vez - no caso de Meus Desacontecimentos, foi como se eu tivesse pulado os cumprimentos e amenidades de uma conversa inicial padrão e tivesse conhecido Eliane já num momento de intimidade. Isso causou um incômodo de prontidão. Foi como abrir a porta e encontrar Eliane Brum nua. Demorei um bocado até começar a sentir-me confortável em sua presença. Mas é este aspecto do livro que me acompanha mesmo após o término da leitura - o modo como a autora se doou num livro, escolhendo cada palavra como se fosse um pedaço de si.

"A morte é o mundo sem palavras. E é curioso que a minha primeira lembrança seja a morte. Como se eu tivesse nascido morta."

Apesar de breve, foi uma leitura relativamente densa. Consegui fazer uma leitura dupla: ao mesmo tempo em que ouvia com atenção às histórias de Eliane (porque, depois de Meus Desacontecimentos, sinto como se pudesse chamá-la pelo primeiro nome), também puxava referências da minha própria história - dos meus próprios desacontecimentos. O fato de considerar-se dramática e de dar cargas sentimentais gigantescas não me incomodou, pelo contrário: vi, na sua escrita, o meu próprio diário. O que vivo também me escapa pelos olhos, tal como acontece com Eliane Brum. Também já fui a alteridade em si: "Se havia um eu, era este, o da menina que fabulava" (página 68). Sinto como se eu fosse amiga da autora - e agradeço por Eliane ter compartilhado um pouco de sua melancolia (mas que se exprime, paradoxalmente, com um tom de entusiasmo) conosco. 

Editora: LeYa | Páginas: 144 | ISBN: 9788580448436

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segunda-feira, agosto 11, 2014

Resenha "Uma noite em Curitiba" de Cristovão Tezza



Cristovão Tezza: mais um dos autores cujo nome posso riscar da minha lista de futuras leituras essenciais. Difícil não ter ouvido falar do seu livro mais renomado, O Filho Eterno, o qual tem previsão de, ainda neste ano, começar a ser adaptado para o cinema. Porém, mais do que a curiosidade de ler um autor nacional renomado, eu tinha a curiosidade de ler algo de um autor local. Apesar de nascido em Santa Catarina, Tezza veio para Curitiba ainda pequeno e passou boa parte da sua vida por aqui - ele, inclusive, lecionou na Universidade Federal do Paraná, onde hoje estudo (até deu aula para o curso de Comunicação Social). Logo, escolhi começar por Uma noite em Curitiba simplesmente por culpa do título. Precisava começar por algum lugar, por que não Curitiba?

"A vida é desagradável justamente pelos seus aspectos mais cantados pelos poetas: o imprevisível, o difuso, o inexplicável, o incontrolável, o indefinível. Nada disso me interessa."

"Escrevo este livro por dinheiro". Já na primeira linha do romance, a existência do livro é justificada por seu narrador sem nome: o filho do professor e historiador Frederico Augusto Rennon, protagonista desse romance misto. O livro é formado por cartas escritas por Frederico destinadas a Sara Donovan, uma famosa atriz e antiga paixão de Frederico, além de comentários de seu filho a respeito da vida do pai, em especial o relacionamento deste com a atriz, supostamente o motor de toda a trama. Contudo, a relação entre Frederico e Sara, muito explorada por meio das cartas compiladas, é apenas um dos fatores que influenciam no objetivo geral do romance: tratar da relação entre Frederico e seu filho, o qual é tido como um inútil, mas que mesmo assim não consegue manter-se indiferente em relação ao pai, como este o faz em relação ao filho.

A trama familiar desenvolvida no livro, admito, não foi o que chamou a minha atenção - não consegui criar um vínculo com o enredo, mas o fiz quanto aos personagens e, claro, o espaço. Foi impossível não me deixar envolver por uma história ambientada em locais que fazem parte da minha rotina, tais quais a Reitoria da UFPR, o teatro Guaíra. Esse detalhe potencializou a impressão que tive quanto a construção dos personagens: absurdamente reais. Era como se a qualquer momento eu pudesse topar com o professor Rennon na rua. A sua essência na escrita, suas características físicas, sua personalidade, todas as marcas do professor Rennon soaram tão fortes e verídicas que comprei a ideia de Frederico Augusto Rennon já em poucas páginas. A última vez que tive essa sensação foi ao ler "A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón - mas dessa vez não cometi o ingênuo ato de pesquisar se o personagem (na época, Julián Carax), de fato, existia, tamanho era meu envolvimento com o personagem! Contudo, a história não conseguiu exercer o mesmo efeito sobre mim. A impressão final que tive assemelha-se àquela de ter uma conversa com pessoas interessantes, mas sem ter genuíno interesse numa história em particular a qual está sendo narrada. O que me incomodou na história? Penso que o romance em si. Aquela minha picuinha particular em relação a discursos muito apaixonados - talvez já os tenha lido em demasia nos livros juvenis, e encontrei um paralelo dos discursos melosos nos personagens cinquentões de "Uma noite em Curitiba". Fora isso, não sei exatamente o que apontar para explicar minha quase indiferença quanto ao romance narrado pelas cartas, o que se contrapõe ao genuíno interesse que tive quanto aos personagens. Mas os capítulos são curtos, a narrativa é gostosa, então não deu tempo de cogitar empacar na história.

Uma noite em Curitiba foi publicado em 1995, mas ganhou nova edição pela editora Record no primeiro semestre de 2014. Todos os livros de Tezza estão sendo relançados num mesmo padrão editorial, o qual está de parabéns! Margens legais, papel bom (off-white), fonte grande com um ótimo espaçamento e capas simples, contudo mil vezes melhores do que as da primeira edição. Fico feliz em ter outro livro do Tezza, "O Professor", esperando para ser lido aqui na minha estante. Fico na expectativa de encontrar personagens tão bem construídos, mas uma história pela qual eu fique mais interessada.

Editora: Record | Páginas: 240 | ISBN: 9788501404312 

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quarta-feira, julho 30, 2014

Resenha "Sentimento do Mundo" de Carlos Drummond de Andrade


Não sei se é um estado permanente, mas posso afirmar que, hoje, sou uma leitora egoísta, ao menos no que diz respeito a poesia. Leio para encontrar alívio, conforto, leio quando estou inquieta demais - poesia funciona como espécie de injeção concentrada que cura os males da alma. Relativamente poucas são as palavras, as quais muito têm a dizer. Tenho uma imagem clara de como a minha leitura egoísta funciona: é como se meus sentimentos e pensamentos mais íntimos fossem códigos, vários e vários códigos. E a poesia consegue traduzir esses códigos em palavras. Logo, quando leio poesia, é como se as palavras lidas fossem espelhos, os quais deixam refletir (e que me fazem refletir!) sobre os sentimentos e pensamentos que eu e o poema em questão temos em comum. Às vezes esses espelhos refletem sentimentos os quais eu nem imaginava possuir e, dessa forma, cada leitura é uma descoberta. Não poderia ter sido diferente com Sentimento do Mundo, o terceiro livro do meu poeta favorito, Carlos Drummond.

Não, meu coração não é maior que o mundo. / É muito menor./ Nele não cabem nem as minhas dores. / Por isso gosto tanto de me contar.

Sentimento do Mundo foi publicado em 1940, num contexto de meados da Segunda Guerra Mundial. Dos quatro livros que li de Drummond, senti que este foi o mais fácil de identificar um tema comum, um sentimento comum, e relacioná-lo diretamente com o contexto vivido pelo autor. Em minhas anotações, não raro encontro a palavra desilusão e desesperança, porque quase todos os poemas possuem essa aura - são sentimentos evidentes no livro, o mais triste livro de Drummond que li até o momento, e também o meu mais novo favorito. Com um vazio melancólico e falta de perspectiva, Drummond fala sobre um "mundo caduco", no qual "é preciso substituir nós todos". Mas, claro, o que é descrito não se aplica apenas à época em que se encontrava o autor - seus poemas tratam de temas políticos, guerra, morte, vida, mas sempre colocando o lado humano, sentimental, como guia para enxergar e refletir o mundo externo. Minha leitura, sempre com o ímpeto egoísta, conseguiu se relacionar profundamente com o pronome "nós" utilizado no livro, posto que ao tratar do Sentimento do Mundo, ele o faz desse modo que arrasta o leitor consigo, o qual partilha das palavras do autor como sendo uma verdade entre cúmplices. 

O presente é tão grande, não nos afastemos. / Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. 

Sim, Drummond, vamos de mãos dadas. É exatamente assim que me sinto ao ler a poesia de Drummond, cujas palavras simples são complexas em significado, e não em gramática. Quero dizer que a linguagem não é um empecilho, o que não raro acontece na literatura de vários autores, detalhe que acaba espantando muitos leitores, especialmente os que (ainda) não estão familiarizados com poesia. Só me resta recomendar, e muito, a leitura deste meu novo livro favorito. Mais um livro de cabeceira, cujas palavras tristes irão servir-me de companhia quando eu precisar deixar que os sentimentos transbordem para fora de mim, tomando forma no papel, em palavras emprestadas - as palavras de Carlos Drummond. 

Confira as resenhas de outros livros do autor:
  

Editora: Companhia das Letras | Páginas: 88 | ISBN: 9788535921182

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segunda-feira, julho 14, 2014

Sobre preconceito literário


Alô, pessoal! O post de hoje faz parte de um projeto chamado "Não julgue um livro pelo preconceito", idealizado pela Mareska do Eu li, e agora?. Ela convidou outros seis blogs para participarem do projeto (o Ninhada é um deles, olar), o qual consiste em publicar algo a respeito de qualquer tipo de preconceito literário (ah, são tantos!). Eu escolhi falar a respeito do preconceito contra livros nacionais, com foco nos clássicos e nos juvenis. Para conferir os outros posts lindões da galera que está participando do projeto, basta acessar os links durante esta semana (de 14/07 a 20/07):


A ideia por trás da semana "Não julgue um livro pelo preconceito" é mostrar que não vale a pena julgar um livro se baseando apenas no gênero a que ele pertence, nem julgar uma pessoa pelo que ela lê. Achar um livro uma porcaria é um direito de todo mundo, mas achar que alguém só lê porcaria porque gosta de um gênero que você acha bobagem é preconceito. Queremos que as pessoas saiam da zona de conforto literária e desconstruam/entendam os próprios preconceitos.




Gosto de clima de copa, não posso negar. Acho engraçado o fato de todo o país ter um mesmo compromisso marcado, todo mundo correndo para encontrar com os amigos, família ou só a TV mesmo (e o Twitter) para assistir aos jogos do Brasil. A sensação de ouvir a vizinhança inteira tremendo ao mesmo tempo e gritando gol é sensacional -  para mim, só perde para a torcida que cantou, em coro e a plenos pulmões, eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor nos estádios, contagiando o pessoal que estava acompanhando o jogo pela televisão. Mas se no esporte é comum gritarmos aos quatro ventos que temos orgulho de quem nos representa, não vejo o mesmo ocorrer no âmbito da literatura. O que é absurdamente triste.

Ainda há um preconceito considerável em relação a literatura nacional. Aliás, desde cedo já criamos certa resistência a ela. No colégio, é raro que haja atividades que envolvam a leitura como prazer antes de envolvê-la com outro tipo de atividade, como a análise formal de uma história/texto. E é aí que aparecem as leituras obrigatórias, normalmente clássicos da literatura nacional, os quais lemos (quando lemos) sem vontade, interesse ou atenção. Se não somos estimulados em casa a gostar de ler, no colégio a situação fica ainda pior - se não pegamos certo asco pela leitura em si, o pegamos pelos clássicos nacionais. Claro que isso não é regra, mas também não é exceção, como bem podemos observar nas salas de aula e até mesmo nos comentários que recebo aqui no blog. O problema é que muitos guardam esse trauma para a vida, e há quem esqueça de questioná-lo tempos depois e, ainda, o estenda para todos os âmbitos declarando simplesmente: eu não gosto de literatura nacional. Por quê? Porque é nacional.

O preconceito fica ainda mais intenso quando tratamos de literatura nacional juvenil. Isso porque a literatura juvenil por si só, independente do país de origem, é normalmente taxada como fútil e de péssima qualidade. Há quem acredite que os livros juvenis carecem de um nível supostamente mínimo de complexidade, o que, por sua vez, não lhes dá a capacidade de promover reflexões ou qualquer estímulo ao intelecto. Espero que, como eu, você pense que tudo isso é uma grande besteira, em todos os sentidos (até porque ler por puro prazer também não deveria ser considerado um pecado). Mas foram comentários desse teor que li, por exemplo, quando a revista Veja publicou uma capa que fazia referência ao livro "A Culpa é das Estrelas" do autor John Green. Além de juvenil, o livro é bestseller e virou filme (ou seja, é popular!), o que aparentemente serviu de motivo para que os pseudointelectuais dissessem coisas como: "Esse tipo de literatura emburrece. Os jovens deveriam ler Machado de Assis!". Uma coisa é você não gostar do livro - afinal, existem juvenis ruins? Claro, existem livros ruins. Outra coisa é você dizer que esse tipo de literatura (perceba o quão generalizado é isso), além de não acrescentar nada na vida de alguém, faz exatamente o seu oposto.

Resolvi, então, indicar para vocês alguns livros. Clássicos e contemporâneos, adultos e juvenis - mas todos nacionais. Porque precisamos parar com essa mania de pensar que tudo o que é de fora é melhor, especialmente no âmbito cultural. Não existem argumentos que sustentem essa xenofobia ao avesso, que discrimina a literatura nacional apenas por ser nacional, como se a nossa produção cultural fosse inferior. O problema não é desgostar de um livro, nacional ou estrangeiro - obviamente. O problema é deixar de lê-lo por culpa disso, como se ser nacional fosse uma característica negativa, um porém. E acredito que esse seja um preconceito relativamente fácil de ser abolido: basta que as pessoas percebam o óbvio, ou seja, que nacionalidade e qualidade literária são coisas absolutamente diferentes. Agora, vamos lá! Escolhe abaixo um quadradinho que contenha uma micro-descrição de um livro que você acha que se enquadra no seu gosto, e você será redirecionado para a resenha do respectivo. Vai que você se interessa pelo livro? Pode ser sua próxima leitura :)





segunda-feira, junho 30, 2014

Um filme por semana - Junho


Ok, este post é a prova viva de que meu projeto deu resultado - ao invés de assistir a quatro filmes, acabei assistindo oito. E o melhor de tudo é que eu não me senti obrigada/pressionada a assisti-los! A verdade é que descobri o quão divertido pode ser ir ao cinema, mas escreverei sobre isso mais tarde. Agora quero comentar brevemente a respeito dos filmes do mês, sim!



Filme: Malévola (2014)
Diretor: Robert Stromberg
Sinopse: "Baseado no conto da Bela Adormecida, o filme conta a história de Malévola (Angelina Jolie), a protetora do reino dos Moors. Desde pequena, esta garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan (Sharlto Copley). Os dois iniciam um romance, mas Stefan tem a ambição de se tornar líder do reino vizinho, e abandona Malévola para conquistar seus planos. A garota torna-se uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, Aurora (Elle Fanning). Aos poucos, no entanto, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora."


Comentário: Minha relação com MALÉVOLA foi um tanto contraditória. Ao mesmo tempo em que amei a história, especialmente as alterações feitas em relação à história tradicional da Bela Adormecida, não gostei do aspecto visual do filme e da atuação (salvo a sensacional Angelia Jolie). Eu que já não sou muito fã de efeitos especiais, fiquei particularmente incomodada com a quantidade deles - mas levando em conta que o filme é, a princípio, infantil, o público alvo deve discordar dessa minha opinião! Outro aspecto visual que eu não gostei foi o 3D, absolutamente decepcionante e descartável. Tudo isso colaborou para que o sentimento que prevalecesse ao sair do cinema fosse "eu gostaria de ter lido este filme", sabe? Assim eu teria aproveitado melhor a história (a qual gerou umas reflexões bem legais na internet, tais quais a desse texto) e criado a minha própria versão visual.
sábado, junho 14, 2014

Mudanças no Ninhada


Alô, pessoas! Então, creio que vocês já tenham notado a maioria delas, mas ainda assim quis gravar um vídeo para falar a respeito e "oficializar" as mudanças, sabe?